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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Duas últimas



Não só não conheço o Pablo Alborán como nunca lhe tinha ouvido o nome. Tenho uma ideia menos do que vaga da nacionalidade do cavalheiro e não sei onde se enquadra musicalmente, embora reconheça que este desconhecimento é totalmente irrelevante para a riqueza das nações. 
Acompanho de forma vaga a carreira da Carminho, se bem que o único disco que ela terá gravado esteja incluído no meu iPod. Como fadista não a coloco no pódio dos meus favoritos, mas, não obstante, oiço-a com prazer.
Até ontem desconhecia este dueto que vos apresento hoje. Mão amiga fez-mo chegar às mãos e, dado que me parece ser recente no ciberespaço (expressão interessante mas, quiçá, tecnicamente desajustada), decidi partilhá-lo convosco, multidão anónima de bons samaritanos que fazem a infinita caridade de me ler. 
Os que me conhecem melhor sabem deste meu desabafo: felizmente não sou especialista de nada, pelo que divido a generalidade dos temas entre o gosto e o não gosto. Gostei do dueto e gostei das imagens de Lisboa. No fundo é isto...
Sintam-se à vontade para desancar tudo, encher de críticas acesas a caixinha dos comentários, derramar a vossa irritação musical (ou outra, em havendo...) sobre estes 4'24'' de sonoridade semi-fadista com a capital do império pelo fundo. Acima de tudo respeitem o editor e dono deste estabelecimento. Acho que é o mínimo.

JdB
    

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