Não só
não conheço o Pablo Alborán como nunca lhe tinha ouvido o nome. Tenho uma ideia
menos do que vaga da nacionalidade do cavalheiro e não sei onde se enquadra
musicalmente, embora reconheça que este desconhecimento é totalmente irrelevante
para a riqueza das nações.
Acompanho
de forma vaga a carreira da Carminho, se bem que o único disco que ela terá
gravado esteja incluído no meu iPod. Como fadista não a coloco no pódio dos
meus favoritos, mas, não obstante, oiço-a com prazer.
Até ontem
desconhecia este dueto que vos apresento hoje. Mão amiga fez-mo chegar às mãos
e, dado que me parece ser recente no ciberespaço (expressão interessante mas,
quiçá, tecnicamente desajustada), decidi partilhá-lo convosco, multidão anónima
de bons samaritanos que fazem a infinita caridade de me ler.
Os que me
conhecem melhor sabem deste meu desabafo: felizmente não sou especialista de
nada, pelo que divido a generalidade dos temas entre o gosto e o não
gosto. Gostei do dueto e gostei das imagens de Lisboa. No fundo é
isto...
Sintam-se à vontade para desancar tudo, encher
de críticas acesas a caixinha dos comentários, derramar a vossa irritação
musical (ou outra, em havendo...) sobre estes 4'24'' de sonoridade semi-fadista
com a capital do império pelo fundo. Acima de tudo respeitem o editor e dono deste
estabelecimento. Acho que é o mínimo.
JdB