* enviado por mão amiga
As melhores viagens são, por vezes, aquelas em que partimos ontem e regressamos muitos anos antes
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22 julho 2024
07 dezembro 2017
Duas Últimas
A música que hoje aqui trago, "Não sou o único", é conhecida de sobejo e acompanha-me há muito. A autoria é dos Xutos & Pontapés, mas prefiro esta versão ao vivo, dos Resistência, contando no caso com o precioso contributo do guitarrista Pedro Jóia.
Tanto quanto sei, a letra é de Zé Pedro, guitarrista dos Xutos recentemente desaparecido.
Vi, sem espanto, as grandes manifestações de pesar pela sua morte. Desde as enormes filas nos Jerónimos, às presenças assíduas e generosas nos elogios do PR e do PM, passando pela enorme quantidade de pessoas que apareceram a "botar sentença" e pela histeria recorrente da comunicação social, tudo me pareceu mais uma vez bastante exagerado.
Sem espanto, porque é assim que os acontecimentos são tratados hoje em dia. Sejam eles sociais, políticos, religiosos ou de qualquer outra índole. O pensamento único/unanimismo e o bombardeamento da opinião pública imperam, saiba-se pouco ou muito (raramente) acerca do assunto em causa.
É o que digo aos meus filhos: leiam, instruam-se, para que possam formar opiniões próprias, tanto quanto possível livres e fundamentadas.
De Zé Pedro guardo a imagem de pessoa simpática e comunicativa, dedicada aos outros, dos seus solos de guitarra que ouvia com prazer. E não é para mim indiferente que fosse pessoa exactamente da minha idade, um entre muitos (penso que oito) irmãos, casado com uma senhora que conheci vagamente de outras guerras, digamos que "empresariais".
Relembrem e apreciem a música.
fq
19 outubro 2017
Duas Últimas
Na passada 6ª feira assisti na Meo Arena a um concerto dos/da "Resistência", comemorativo dos seus 25 anos de carreira.
Perante uma casa composta mas longe de estar cheia, que isso de encher aquele gigantesco pavilhão é para poucos, o grupo passou longamente em revista os seus maiores êxitos, quase todos resultantes de interpretações de músicas de terceiros: UHF, Delfins, J Palma, J Afonso, Rádio Macau, R Reininho, Quinta do Bill.
Gostei, como sempre que ouvi este grupo integralmente tributário da música portuguesa. Bom gosto das músicas selecionadas, versões muito próprias das mesmas, destacando-se as magnificas instrumentações (Pedro Joia, Tim, etc..), o ponto forte da banda. As vozes, bastante aceitáveis, foram melhoradas pela presença (a primeira vez) de 2 convidados, Raquel Tavares e A Zambujo, excelentes cada um ao seu estilo.
Apreciei sobremaneira a interpretação de "Cantiga de Amor", dos Radio Macau.
Aqui vos deixo com duas versões da música, a primeira muito idêntica à que ouvi, a segunda a original, da banda de Algueirão e da sua incontornável Xana.
Espero que também gostem.
fq
11 outubro 2016
Duas Últimas
“Vai sem medo” é um original dos Madredeus, da autoria do compositor e baixista Pedro Ayres Magalhães.
PAM tem uma longa e profícua carreira, tendo passado pelos Heróis do Mar ou pelos Madredeus – neste último caso tendo por companheiro de jornada o grande músico Rodrigo Leão, proveniente dos Sétima Legião –, isto para apenas referir os grupos mais conhecidos de que fez parte.
Foi também um dos principais impulsionadores do magnífico projecto que dá pelo nome de “Resistência”, que tem entre os seus integrantes vozes como as de Tim, Olavo Bilac ou Miguel Ângelo. Este grupo ainda mexe, com a edição no final de 2014 do álbum “Horizonte”, após longa ausência dos estúdios, contendo uma nova e feliz versão do referido original dos Madredeus, que aqui também vos deixo.
Normalmente gosto mais das músicas originais do que das variações posteriores. Não é este o caso, mas com os Resistência prefiro quase sempre as suas interpretações e arranjos aos respectivos originais.
Espero que oiçam as duas versões, mesmo que seja para afinal discordarem do meu discutível gosto…
fq
11 agosto 2015
Duas Últimas
Acabo de regressar de um passeio familiar de 3 dias, com
paragens mais ou menos prolongadas em Atouguia da Baleia, Grijó, Porto, Lousada
e Guimarães.
É um passeio que se vem tornando numa (saudável)
tradição desta época do ano, planeado sempre de forma entusiástica e bastante
eficiente pelos meus irmãos mais novos. Envolvendo perto de 30 pessoas, de 4
gerações diferentes, compreende-se que a logística não é das mais fáceis e que
durante estes dias não estamos todos de férias da mesma maneira. É o preço a
pagar por se ser (mais) novo…
As actividades são as mais diversas, desde as de
carácter cultural/religioso às desportivas e lúdicas. E conversa qb. O balanço
entre todas tem vindo a ser aperfeiçoado com o passar dos anos, o que melhora a
percepção e aproveitamento que sobretudo os mais novos podem retirar de cada
uma delas.
Em suma, saímos enriquecidos destes passeios, como
família e em termos individuais. Diria que os resultados animam a prosseguir.
Deixo-vos com os Resistência, em Guimarães. Não teria faltado
ao encontro, se por feliz acaso nela tivéssemos coincidido.
fq
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