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27 abril 2023

Em memória de Harry Belafonte (1927 - 2023)

Não sei quando ouvi Harry Belafonte pela primeira vez. Menos sei ainda porque o ouvi... Talvez faça parte daqueles mistérios musicais que não me largam: porque gosto tanto de um género musical - tangos, por exemplo - que não são do meu tempo nem cresci excessivamente com eles. O que sei é que, algures no tempo, me cruzei com o cantor americano de origem jamaicana. Gostei do que ouvi, pelo que o nome me ficou na memória, assim, como a letra de uma ou outra música. 

Harry Belafonte já apareceu neste estabelecimento, em 2013, por causa de duas apostas que eu perdera por pouco.

As duas músicas que aqui posto constam de uma notícia do Observador. Não as teria posto, no entanto, se não fossem duas que conheço e que consigo trautear. Espero que apreciem quase tanto como eu.

JdB


03 setembro 2013

Duas Últimas

Não sou um feroz jogador mas gosto de apostar, seja porque motivo for. Aposto suficientemente barato para que a actividade não passe de um divertimento. Pode ser uma imperial numa esplanada, um livro com um valor limitado, ou outra coisa do género. Desconheço a contabilidade de ganhos e perdas porque aposto pelo divertimento, não pela conta corrente. 

As últimas apostas correram-me mal, e foram com a mesma pessoa, o JdC. A 10 de Janeiro apostei o "sim" a uma dúvida que ele tinha. Nesse dia à noite chegou a casa e eu havia perdido a aposta, porque dentro dele vencera um "não". Dia 11 de Janeiro, data dos meus anos, lá paguei a aposta - um H3 no Shopping Cascais, para que tudo seja simples e, para algumas pessoas, deprimente. Nesse mesmo dia, já de tarde, a resposta à dúvida que era motivo de aposta revelou-se um "sim", pelo que eu tinha sido vencido pelo relógio. No fundo, perdera a aposta por um triz. 

Anteontem juntámo-nos à mesa: JdC, fq e eu, bem acompanhados por um trio feminino que nos é próximo. Voltei a apostar, desta vez argumentando que Harry Belafonte era jamaicano. Do lado de lá, JdC apostou que não. Voltou a ser um bife no H3, quando ele voltar no Natal. Consultada a net, eu perdera a aposta, porque o cantor nasceu no Harlem, em Nova Iorque. Ontem investiguei e a mãe da pessoa em questão era jamaicana... Voltara a perder uma aposta por um triz!

Deixo-vos com o próprio Harry Belafonte e com música das Bahamas, em homenagem à internacionalização de uma empresa cujo dono (um dos) me dá o gosto da amizade.

JdB



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