2018, que desejo corra pelo melhor a todos os que de forma menos ou mais ligeira interagem com este blogue.
A portuguesa Viviane, já aqui postada, nos primeiros anos da carreira dando voz aos Entre Aspas, projecto entretanto terminado, e recentemente, ousando e bem cantar a grande Piaf.
Viviane nasceu em Nice, sul de França, em finais dos anos sessenta do século passado. Filha de portugueses, apesar do nome não ser “cá da terra”, como diria A. Variações. Veio para Portugal ainda criança, encetando uma carreira musical que lhe granjeou algum nome e quiçá igual proveito.
Já agora, nome e proveito reforçados esperamos todos nós que a equipa portuguesa traga de terras gaulesas, no Europeu futebolístico actualmente em disputa. Vencendo-o, pois claro. Da sorte não nos podemos queixar (será que Deus é português?), da falta de apoio muito menos, há pois que saber aproveitar os factores favoráveis. Chega de ser eliminados em fases adiantadas das eliminatórias, sempre pelos mesmos (um deles ainda em prova), género “tipos porreiros que jogam benzinho mas não ganham nada”. Tenho/temos na matéria lembranças bem desagradáveis.
Depois, se o País, débil e problemático, tem capacidade para aguentar seleção tão ganhadora (duvida que pertinentemente assaltou MST), isso é assunto a ser analisado mais tarde, que as mentes lusitanas não podem ser perturbadas nestas horas de sonho.