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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Crónica de um viajante a Washington (5) [ou também Duas Últimas]


Mais do que ilustrar onde estarei daqui a um ano se me mantiver nestas funções nacionais e internacionais, importa referir a legenda da fotografia junto ao cotovelo esquerdo do dançarino: no child should die of cancer. Para os médicos, este ano pouco menos de 2000 na conferência, a motivação é esta. Para nós, Pais (mas também voluntários, sobreviventes, profissionais) a motivação é principalmente esta, mas também nos cabe o conforto quando o herói não sai a assobiar em direcção ao por do sol, mas fica pelo caminho. 

Hoje deixo-vos com música que fui ouvindo durante a semana - num táxi, num jantar, numa conversa. Música boa, que merece ser ouvida.

JdB
  


terça-feira, 28 de agosto de 2012

Duas Últimas

Tenho estado a passar uns dias de férias numa praia a sul de Lisboa, numa casa agradável de que a minha mulher gosta, condição indispensável para que as coisas corram sem sobressaltos de maior. Acresce que a praia é boa, o tempo tem estado de feição e os amigos pródigos em atenções, encontrando-se pois reunidas condições favoráveis a uns dias de remanso bem passados. 

Esta é uma boa altura para rebobinar o ano que passou e perspectivar o que se segue, em termos pessoais e profissionais, sabendo de antemão quão falíveis são as previsões (ou não víssemos nós o que vai por aí nessa matéria!). Lembrar sobretudo o que correu mal, e porquê, onde é que falhei e voltei a falhar, e quais as razões. Passar em revista as relações com os mais próximos. Redefinir as regras de vida e procurar cumpri-las. Desde logo aqui, cultivando o discernimento e a tolerância, como bem nos ensina o dono deste estabelecimento. 

A música que escolhi é alegre e boa para curtir. Como estas férias, que agradeço ter gozado em tempos difíceis como estes. E que espero contribuam para que o novo ano que agora começa possa ser melhor.  

Espero que gostem!

fq   

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Deixa-me rir...


Beauty has no other origin than the singular wound, different in every case, hidden or visible, which each man bears within himself (Jean Genet)



Gosto muito, muito de pintura. Já postei um texto sobre o Klimt e estou a pensar postar mais alguns sobre outros artistas. Hoje trago-vos um link (http://www.sandymallet.com) e dois quadros dum self taught painter, totalmente desconhecido do grande (e do pequeno!) público, que, por qualquer razão misteriosa, adoro. Acho-os duma suavidade e dum lirismo extraordinários. A meu ver, são quase femininos. E, no entanto, foram feitos por um homem. Sandy Mallet de seu nome. Meu ex-boss. Hoje em dia dedica-se à pintura a tempo inteiro (que eu saiba, confesso que já lhe perdi o rasto).


E porque é quinta-feira, a música. Uma música transparente que apetece ouvir ao volante dum carro a caminho do Algarve. Agosto, janela aberta, o dourado dum fim de tarde de Verão, uma mala com o indispensável, a guitarra inconfundível de Carlos Santana e a voz angelical de Sarah Mclachlan. O que se pode querer mais da vida?



Spend all your time waiting

For that second chance

For a break that would make it okay

There’s always one reason

To feel not good enough

And it’s hard at the end of the day

I need some distraction

Oh beautiful release

Memory seeps from my veins

Let me be empty

And weightless and maybe

I’ll find some peace tonight


In the arms of an angel

Fly away from here

From this dark cold hotel room

And the endlessness that you fear

You are pulled from the wreckage

Of your silent reverie

You’re in the arms of the angel

May you find some comfort there


So tired of the straight line

And everywhere you turn

There’s vultures and thieves at your back

And the storm keeps on twisting

You keep on building the lie

That you make up for all that you lack

It don’t make no difference


Escaping one last time

It’s easier to believe in this sweet madness oh

This glorious sadness that brings me to my knees


In the arms of an angel

Fly away from here

From this dark cold hotel room

And the endlessness that you fear

You are pulled from the wreckage

Of your silent reverie

You’re in the arms of the angel

May you find some comfort there

You’re in the arms of the angel

May you find some comfort here


pcp

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