As melhores viagens são, por vezes, aquelas em que partimos ontem e regressamos muitos anos antes
09 agosto 2023
20 julho 2023
Duas Últimas
Já o escrevi aqui: o violoncelo é, talvez, o mais bonito de todos os instrumentos musicais. Quando é utilizado para tocar uma obra particularmente bonita e triste (uma não vai sem a outra...) é de uma beleza sem par.
Um dos concertos para violoncelo de que mais gosto é o de Dvorák e, dentro desta obra, o II andamento. Na interpretação de Jacqueline Du Pré, famosa violoncelista que morreu com apenas 42 anos, este movimento demora pouco mais de 14 minutos. Acontece que na versão de Mstislav Rostropovitch demora pouco menos de 13 minutos. Nma pesquisa adicional encontraríamos de certeza outros valores.
Não sou músico. Mas imaginando que Jacqueline Du Pré não inventou notas, significa isso que algumas passagens da obra (ou deste movimento) são mais lentas, talvez mais tristes. Quem tiver paciência ou gosto, que oiça ambas as interpretações e tire as suas conclusões.
JdB
03 julho 2023
27 janeiro 2020
Duas músicas (sugerido por mão amiga)
Just like delivering good news to someone has a positive rub-off effect on the messenger, performing Dvořák's Serenade is really a very therapeutic endeavor for performers. There is so much 'pure goodness' in it. Somehow even the moments which could cast a gloomy shadow – light melancholy of the Waltz, or the fragility of the opening of Larghetto – retain the wonderfully cloudless atmosphere... The remarkable thing about Dvořák's Serenade – this 'cloudless goodness' is fully sufficient for sustaining meaningful communication for nearly half an hour of music.
Misha Rachlevsky, 2000, in Wikipedia
24 março 2015
Duas últimas
06 janeiro 2015
Duas Últimas
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- JdB
- Estoril, Portugal