O Fado nasceu um dia,
quando o vento mal bulia
e o céu o mar prolongava,
na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
que, estando triste, cantava.
Ai, que lindeza tamanha,
meu chão , meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,
vê se vês terras de Espanha,
areias de Portugal,
olhar ceguinho de choro.
(...)
Fado Português (José Régio, in 'Poemas de Deus e do Diabo')
As melhores viagens são, por vezes, aquelas em que partimos ontem e regressamos muitos anos antes
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
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