terça-feira, 7 de outubro de 2008

As cataratas de Victoria





Chamam-lhes carinhosamente Vic Falls, e foram descobertas em 1955 por David Livingstone, um missionário escocês. Com uma altura de cerca de 100 metros, situam-se no Rio Zambeze, na fronteira da Zâmbia com o Zimbabué.

Não as conheci na máxima pujança, porque ainda não chegou a época das chuvas. Mas o que vi, numa manhã (muito cedo) límpida e transparente, seca e quente, foi suficiente para me impressionar, e para imaginar o espanto do missionário quando as observou pela primeira vez.

Em visitando o Zimbabué, as cataratas são de visita obrigatória, havendo que vencer - a manter-se o estado das coisas - as dificuldades inerentes a um país em que nada funciona, a inflação é desenfreada, a energia não chega, os voos internos são cobertos por uma neblina de incerteza. Diga-se no entanto, em abono da verdade, que a própria cidade de Victoria Falls está totalmente voltada para o turismo - actividade pujante, provavelmente sem grandes crises. Os hotéis, as agências de viagem - que proporcionam cruzeiros de barco ao por-do-sol, rafting, bungee jumping, passeios de elefante, visitas aéreas de helicóptero, convívio próximo com os leões -, estão preparados e dão resposta a contento.

Já está o aperitivo criado, só falta partir.

1 comentário:

garina do mar disse...

apanhou uns arco-íris mais bonito do que eu!!!
a quantidade de água deve estar equivalente ao que vi mas parece que o ano passado, quando lá passei, foi um ano seco naquela zona de África (a Gorongosa onde fui depois tinha bastante menos água do que era costume)...
agora o aeroporto é um luxo! mas como lhe disse na minha publicação, o Zimbabwe já está em bastantes circuitos turísticos (safaris, overland, etc...) e o ano passado tinham mesmo um stand na BTL, com uma brochura turística replecta de hotéis e circuitos!! vamos ver como vão correr agora as coisas por lá

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