terça-feira, 29 de maio de 2018

Do sublime

Muitos à volta da mesa da sala de aula disseram o mesmo: até frequentarem aquele seminário específico a palavra sublime não fazia parte do vocabulário, embora (digo eu) todos usassem expressões mais vulgares como bonito, muito bonito, maravilhoso... Mas o desafio era encontrarem o sublime nos edifícios. Quais eram, para nós, exemplos de edifícios sublimes [segundo a concepção descrita em "Do Sublime"(do qual retiro um pequeníssimo excerto*), atribuído a Dionísio Longino (séc. I)]. 

Seguem abaixo, alguns edifícios / obras que naquela sala, naquele dia se consideraram sublimes. Sobre os motivos falarei um dia destes.

* "[...] Quase por natureza, a nossa alma, diante daquilo que é verdadeiramente Sublime, eleva-se e, levada por uma orgulhosa exaltação, enche-se de uma alegria soberba, como se ela própria tivesse gerado o que ouviu [...]"

JdB

Av. 9 de Julho (Buenos Aires)

Metéora (Grécia central)

Capela Bruder Klaus (Mechernich, Alemanha)

Ruínas do Convento do Carmo (Lisboa)

Somerset House (Londres)

Igreja de S. Domingos (Lisboa)

Catedral de S. Pedro (Vaticano)

Ópera (Ljubljana)

Opéra (Paris)

Piazza Navona (Roma)

Igreja da Sagrada Família (Barcelona)

Terreiro do Paço (Lisboa)

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